Sócios diferentes, objetivos em comum
Você é dentista, quer abrir sua clínica, já entendeu que pode contar com um investidor — mas surge a dúvida: como é essa sociedade no dia a dia? Será que dá certo dividir uma clínica com alguém que não entende da área técnica?
A verdade é que as sociedades de maior sucesso são aquelas que unem competências complementares com objetivos bem alinhados. E isso é exatamente o que acontece quando dentista e investidor constroem uma parceria estratégica, clara e bem conduzida.
Neste artigo, você vai entender como funciona essa relação dentro do modelo da Catarinense, quais pilares sustentam uma boa parceria e o que é fundamental para garantir harmonia e crescimento para os dois lados.
1. Cada um no seu papel — e todos no mesmo barco
A base de uma parceria de sucesso entre dentista e investidor é a clareza de papéis.
No modelo da Catarinense:
- O dentista é o sócio operador. Ele cuida do atendimento clínico, da rotina da equipe, da experiência dos pacientes e da aplicação dos protocolos da franquia.
- O investidor é o sócio financeiro. Ele viabiliza o projeto com capital e acompanha indicadores, metas e performance da unidade, muitas vezes de forma mais estratégica ou até silenciosa.
Não há sobreposição de funções. Um complementa o outro. Enquanto o dentista cuida da entrega de valor ao cliente, o investidor atua para garantir saúde financeira e possibilidades de expansão.
O mais importante é que ambos compartilham a mesma meta: o sucesso da clínica. E, com suporte da franquia, essa divisão de funções é validada, documentada e acompanhada.
2. Tudo começa com um bom contrato
Sociedades bem-sucedidas começam com boas conversas, mas se consolidam com bons contratos.
Por isso, a Catarinense apoia a construção de acordos claros desde o início, com:
- Definição percentual da sociedade;
- Papel de cada sócio;
- Formas de retirada e distribuição de lucros;
- Metas de desempenho e indicadores acompanhados;
- Processos para resolução de divergências;
- Possibilidades futuras de compra de participação (quando for o caso).
Essa documentação não é um peso — é uma proteção. Ajuda a preservar o relacionamento, evitar mal-entendidos e dar segurança jurídica para ambas as partes.
3. Confiança, transparência e comunicação: o tripé da sociedade
Como em qualquer sociedade, o relacionamento entre dentista e investidor precisa ser construído com base em três pilares:
- Confiança: ambos devem acreditar na competência e na boa-fé um do outro;
- Transparência: resultados, problemas, decisões e mudanças devem ser compartilhados com clareza;
- Comunicação contínua: reuniões regulares (mensais ou quinzenais) para análise de indicadores, definição de prioridades e planejamento conjunto.
A franqueadora ajuda nesse ponto ao oferecer relatórios gerenciais, dashboards e suporte de campo que facilitam essa comunicação.
4. O investidor pode (e deve) agregar conhecimento
Embora o investidor não atue na clínica, ele pode agregar muito à gestão do negócio, especialmente se tiver histórico em áreas como:
- Administração
- Finanças
- Marketing
- Empreendedorismo
- Planejamento estratégico
Em vez de limitar sua participação, o ideal é usar essa expertise a favor da clínica.
5. Alinhamento de expectativas: o segredo da longevidade
Toda sociedade precisa de algo que vá além do contrato: alinhamento de expectativas.
Algumas perguntas precisam ser respondidas logo no início:
- Qual o prazo esperado de retorno sobre o investimento?
- O objetivo é ter uma unidade ou expandir para outras no futuro?
- Como serão decididas as reinversões ou retirada de lucro?
- O que acontece se uma das partes quiser sair da sociedade?
Quanto mais claras forem as ambições de cada um, mais sólida será a parceria.
6. A franqueadora como ponto de equilíbrio
Uma das grandes vantagens de entrar em uma franquia como a Catarinense é justamente não precisar construir essa parceria do zero, no escuro.
A franqueadora atua como:
- Conectora entre dentistas e investidores com perfis compatíveis;
- Mediadora de expectativas e facilitadora de acordos;
- Provedora de relatórios, ferramentas e supervisão para acompanhar performance;
- Fonte constante de treinamentos, boas práticas e suporte à gestão.
Conclusão: sociedade não é problema — pode ser a solução
Quando bem estruturada, a parceria entre dentista e investidor é uma alavanca, não uma trava.
Ela permite que o dentista foque no que ama fazer, enquanto o investidor garante que a operação tenha saúde financeira e visão de crescimento.
E o mais importante: ninguém precisa inventar esse modelo do zero. A Catarinense já tem o caminho desenhado para que essa relação seja um sucesso para os dois lados.
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