Muitos dentistas sonham em sair dos convênios… mas não sabem por onde começar
Glosas constantes, metas inatingíveis, consultas lotadas com baixa remuneração, plantões exaustivos. A vida nos convênios é, para muitos dentistas, um ciclo de estresse e frustração.
Mas a grande dúvida que paralisa: “Se eu sair, como vou atrair pacientes particulares?”
Essa transição parece arriscada — e, de fato, tentar fazer isso sozinho pode ser mesmo arriscado. Por isso, a Rede Catarinense desenvolveu um modelo que permite ao dentista sair dos convênios com segurança, estrutura e previsibilidade de crescimento.
Por que tantos dentistas permanecem nos convênios?
Apesar da insatisfação, muitos profissionais continuam atendendo convênios por medo do vazio: agenda sem pacientes, clínica parada, faturamento incerto.
Essa insegurança se agrava pela falta de tempo e conhecimento para estruturar o atendimento particular de forma eficiente. O que acontece, então, é a estagnação: muitos profissionais com grande potencial vivem presos a um modelo que não valoriza seu trabalho.
A boa notícia é que existe um caminho viável — e ele não precisa ser solitário.
A proposta da Catarinense: sair com suporte e estratégia
Ao entrar para a Rede Catarinense, o dentista encontra uma rota pronta e testada para fazer a transição dos convênios para o particular, com foco em:
- Posicionamento de mercado
- Atração de pacientes alinhados
- Estrutura de atendimento que gera valor
- Conversão ética e eficaz
- Gestão inteligente do funil comercial
Essa transição é feita em etapas, respeitando o perfil da clínica e sua realidade. Nada é brusco — tudo é planejado.
Etapas da transição com a Catarinense
1. Diagnóstico estratégico
Antes de qualquer ação, é feito um mapeamento completo da situação da clínica: número de convênios, peso no faturamento, perfil dos pacientes e oportunidades reais de migração.
2. Reposicionamento da clínica
A marca é realinhada para comunicar valor, não preço. Isso inclui identidade visual, linguagem, diferenciais e presença digital ajustada para atrair o público ideal.
3. Marketing orientado para particular
Campanhas locais, baseadas em dados, são ativadas para gerar demanda qualificada — pessoas dispostas a pagar por um atendimento diferenciado.
4. Treinamento da equipe
Toda a equipe passa a seguir um protocolo de recepção e argumentação voltado para o particular, com foco na experiência do paciente e na construção de confiança.
5. Substituição progressiva dos convênios
Com o crescimento da base particular, a clínica reduz gradualmente a dependência dos convênios, com controle sobre o impacto financeiro dessa transição.
A diferença de contar com uma rede estruturada
Muitos dentistas tentam sair dos convênios por conta própria e enfrentam dificuldades: marketing ineficaz, objeções não superadas, equipe despreparada e sensação de que “o particular não funciona”.
Com a Catarinense, o processo é guiado por quem já percorreu esse caminho com dezenas de clínicas.
Você recebe protocolos testados, apoio contínuo e a chancela de uma marca respeitada no mercado odontológico.
Não é um salto no escuro — é um plano com começo, meio e lucro
Sair dos convênios não precisa ser uma ruptura traumática. Pode (e deve) ser uma transição estruturada, com previsibilidade e crescimento sustentável.
A Catarinense não apenas mostra o caminho — ela caminha junto.
Quer saber se sua clínica está pronta para sair dos convênios?
Fale com a equipe da Rede Catarinense e entenda como esse modelo pode se aplicar à sua realidade. A autonomia que você deseja pode estar mais próxima do que imagina.
📌 Agende uma conversa estratégica
Você merece lucrar com o valor do seu trabalho — não com volume e desgaste.












